
Finalmente decidiram e vão casar!
Sonham com um casamento digno de príncipes de contos de fada, numa grandiosa catederal ou num sumptuoso palácio? ou, pelo contrário, imaginam uma cerimónia simples, requintada, na intimidade de uma pequena igreja ou num bucólico jardim? A cada uma destas opções correspondem, sem dúvida, diversificados tipos de personalidades de noivos e respectivas familias. No entanto, a qualquer delas a música trará o elemento essencial de sublime beleza e emoção que permitirá transformar esse momento tão desejado e especial num acontecimento verdadeiramente inesquecível.
Quem contratar?
A escolha dos músicos que façam o acompanhamento da cerimónia de casamento (seja ele religioso ou civil) deve ser uma preocupação prioritária dos noivos, a par do vestido, fato, local, fotógrafo, etc. Deve ser feita com bastante antecedência, pois, como noutros casos, os melhores músicos tem agendas muito preenchidas.
Existem vários tipos de agrupamentos/músicos que se dedicam a esta actividade, desde simples amadoressem formação musical a músicos profissionais com formação eurodita (entenda-se clássica), pelo que a escolha poderá se tornar arriscada e difícil.
Opte por procurarcontactos junto de amigos ou familiares, publicidade em revistas especializadas em festas e casamentos.
O local como elemento fundamental de escolha.
Uma das primeiras considerações a ter em conta é o local de celebração da cerimónia de casamento, pois a escolha do grupo deve ser adequada às condições acústicas - um quarteto de cordas ou uma harpa soarão perfeitos num pequeno espaço, enquanto que uma grande igreja ou um espaço ao ar livre sugerem outros tipos de agrupamento.
Um grupo que inclua um organista e um ou dois instrumentistas ou cantor será uma opção a considerar, pois a presença de uma voz é imprescindível a pontuar qualquer cerimónia.
Não esquecer...
Seguidamente deve verificar-se a disponibilidade dos músicos, reservar a data e, sempre que possível, acordar o repertório a executar, de preferencia ouvindo um ensaio, uma gravação ou assistindo a um casamento em que se apresentem.
Caso se trate de um casamento religioso é necessário obter a autorização do pároco para o efeito. No caso de celebrações civis há que comunicar a existência de música ao conservador que preside ao casamento.
Sendo um momento de festa, o papel da música num casamento é o de sublinhar, embelezando com discrição o acontecimento, sem, no entanto, o tornar um espectáculo.
Porque não?
Considere também a hipótese de o mesmo grupo acompanhar o serviço de aperitivos e do almoço/jantar quando se realizar no mesmo local (como frequentemente acontece nos casamentos civis).
Esta opção, ainda não muito usual , começa a ganhar adeptos entre pessoas que preferem um ambiente mais sereno durante a recepção, guardando os ritmos mais festivos da musica de dança para a festa que se lhe segue.
A oportunidade de ter a grande música de Mozart, Bach, Mendelssohn, Vivaldi, entre muitos outros, no seu casamento é um privilégio a não descurar, pois dar-lhe-á uma nota especial de requinte que o tornará verdadeiramente único e deixará, sem sombras de dúvidas, uma recordação de valor inestimável para os noivos, familiares e amigos que permanecerá por longo tempo.
Este conteúdo foi-nos cedido por voguenoiva.blogspot.com.



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